SEMINÁRIO DE LIDERANÇA E FORMAÇÃO DE OBREIROS







Nos dias 29, 30 e 31 de Julho de 2011 na Igreja Missionária Unida do Brasil em Pimenta Bueno/RO; sob o pastoreio do Pr. Emerson foi realizado o I Seminário de Liderança e Formação de Obreiros. Parabenizo toda a Igreja e ao Pr. Emerson pela atitude e obediencia a palavra de Deus no quisito a preparar os seus Obreiros, para que verdadeiramente sejam provados e aprovados para exercer o chamado do Senhor, em minhas viagens para ministrar a palavra de Deus tem sido frequente me deparar com obreiros despreparados e falhos no que se refere a palavra do Senhor em II Tm. 2:15 Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade; Louvo a Deus pelo despertamento que alguns lideres estão dispertando para fazerem seminário de lideres e formação de Obreiros. Em Pimenta Bueno na Igreja Missionária Unida do Brasil estiveram aproimadamente 24 pessoas participando do Seminário, e algo que muito me chamou a atenção que foram 2 dias de estudos com pouco intervalo e a participação dos irmãos, futuros lideres e obreiros, foi total todos chegaram ao término do seminário, concluindo com aproveitamento de 100%. Que o Senhor Deus continue abençoando cada dia mais estes valentes soldados do reino celestial i na Missionária Unida do Brasil em Pimenta Bueno através da vida do meu amigo e Irmão Pr. Emerson e Pr. Allan.
LEVA O SEMINÁRIO DE LIDERES E FORMAÇÃO DE OBREIROS COM O Pr. LUIZ SIMÕES MINISTÉRIO UNÇÃO PROFÉTICA, CONTATOS (0XX)69-8416-2369 / 9960-7052.

A Intimidade com Deus


A Intimidade com Deus

Texto: Hebreus 10:19,20 "Tendo pois, irmãos ousadia para entrar no santuário, no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela Sua carne".



Desde o passado, Deus tem, à Sua maneira, procurado manter o contato e a comunhão com o homem - obra da Sua criação. A História e a Bíblia nos mostram que com o passar do tempo o homem foi se distanciando cada vez mais de Deus, e não Deus do homem.
Deus falava com Adão no paraíso, na viração do dia. Adão ouvia a Sua voz e ambos travavam um diálogo de perto.
Deus fez conhecer a Noé e sua família sobre o plano de destruir toda a terra com o dilúvio.
Abraão é considerado o amigo de Deus. Deus lhe falava de tão profunda maneira e entre ambos havia tal intimidade que Deus chegou a pedir-lhe que sacrificasse o seu filho Isaque. O que, atendendo, o Senhor retorna a Abraão e diz-lhe não ser necessário o cumprimento de tamanha prova de fidelidade.
Isaque cresceu ouvindo falar dos feitos de Deus na vida de seus pais e também experimentou um grau de relacionamento próximo a Deus.
Jacó viu os anjos de Deus subirem e descerem de uma escada e também era orientado por Ele. A comunhão já não era a mesma de antigamente, mas Deus continuava a falar com Seus servos.
José possuía tamanha comunhão com Deus que mesmo em meio às adversidades enfrentadas, quando vendido pelos irmãos ou quando preso nas cadeias do Egito, Deus se manifestava a ele, preservando-o do perigo. Deus lhe falava e o usava nos sonhos que sonhava.
Moisés foi levantado para libertar o povo hebreu do Egito, e antes de cumprir tamanha missão falou com Deus e Deus falou com Ele.
Sempre de alguma maneira Deus queria falar ao Seu povo. Utilizou reis, falou através dos seus profetas, dirigindo e guiando o Seu povo.
Teríamos muitos exemplos para ver como Deus se manifestava a estes servos que não eram muito melhores do que nós. Elias, Eliseu, Jeremias, Gideão, Balaque e outros são exemplos bíblicos de pessoas que mantinham comunhão com Deus, e o Senhor lhes falava em meio às circunstâncias que viviam. Deus usou um jumento para falar com Balaque. Através de um pedaço de algodão falou com Gideão.
Hoje Ele nos tem falado através do Seu Filho.

I - A nossa vida cristã

Ao ingressarmos no Reino espiritual um novo horizonte se descortina para nós. Somos enxertados em uma Igreja, a um novo grupo de amigos, aos quais chamamos de irmãos. Nova conduta de vida nos é submetida. Mudanças ocorrem no nosso dia-a-dia, nos transformamos em novas criaturas (II Cor 5:17) e uma outra realidade se nos abre. Passamos a encarar os problemas e solicitudes da vida como desafios espirituais e nos apresentamos a Deus como Seus servos e Seus filhos.
No entanto, nem todos adentram diante de Deus nesta situação. Colocam-se em uma distância espiritual muito longe, vivendo apenas de rebarbas de bênçãos e migalhas, contentando-se com o pouco de vida espiritual. Vida abundante é só aquela vivida nos momentos seguidos à conversão, chamada de primeiro amor.
Isto não deveria ser assim, mas é. Nos dias atuais os crentes têm se contentado com pouco. Por que? Porque não vivem uma vida em correta posição diante de Deus. É uma questão de colocação, de posicionamento. Para se colocar diante de Deus nesta situação é necessário pagar um preço.
Algumas considerações sobre a posição que devemos tomar:
•Posição 1 - Mortos para o pecado. Como mortos para o pecado - Rm 6:2. Não pode haver compreensão de que é possível viver uma vida espiritual frutífera vivendo e andando em pecado.
•Posição 2 - Vivos para Deus. Como vivos dentre os mortos, vivos para Deus - Rm 6:11, 13. O mundo jaz no maligno. Quem ainda não foi alcançado pela graça salvadora de Deus está condenado à morte espiritual. Isto é uma realidade. São aqueles que estão ao nosso lado, são os nossos parentes, são nossos amigos, vizinhos e etc.
•Posição 3 - Estar debaixo da graça. Colocar-se debaixo da graça de Deus - Rm 6:14. Graça significa um favor imerecido. É a substituição solene da nossa condenação à que estávamos submetidos pela lei, pela salvação providenciada pelo próprio Deus. Estamos mortos para a lei pelo Corpo de Cristo, Rm 7:4. O dom gratuito veio para justificação. Rm 5:16. Estamos livres da lei para servirmos a Deus, para vivermos em novidade de vida, para darmos fruto.
•Posição 4 - Viver como filhos de Deus. Apropriar-se da condição de filhos, herdeiros de Deus - Rm 8:17. O simples reconhecimento dessa condição já nos enche o coração de paz e segurança. Deus se interpõe, como Pai, em favor de Seus filhos. Rm 8:31 a 39 caracteriza toda uma seqüência de livramentos e bênçãos concedidas por Deus para aqueles que estão sob Sua guarda e proteção.

II - Em busca da intimidade com Deus

São necessárias duas palavras de ordem: educação e disciplina.

1- EDUCAÇÃO – II Tm 2:15
Em primeiro lugar o cristão deve se educar para colocar sua vida espiritual em um patamar de constante busca do conhecimento das coisas espirituais. II Tm 2:15 “ Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem que se envergonhar e que maneja bem a Palavra da verdade”.
A busca de conhecimento trará os seguintes frutos:

* Maturidade cristã – até que Cristo seja formado em nós. Isto é um processo (Gl 4:19).
* Santificação – é o aperfeiçoamento moral, é a Palavra de Deus trabalhando no homem (Jo 17:17).
* Desenvolvimento intelectual – a Palavra de Deus nos torna sábios (Salmo 119:98).

2- DISCIPLINA - I Cor 9:25
Um dos exemplos mais clássicos de disciplina voluntária é aquela desenvolvida pelos atletas e desportistas. Para se tornarem campeões precisam passar horas e horas treinando arduamente, mesmo contra adversidades seja de temperatura, de ambiente, físicas e outras.
Um crente espiritualmente disciplinado deve possuir um sistemático estudo da Bíblia. O estudo da Palavra vai lhe proporcionar:
* Uma nova vida, I Pedro 1:23, - regenerados para uma nova vida.
* Um alimento diário, Mateus 4:4 - não é só de pão que vive o homem.
* Crescimento espiritual - gradativo, deixar a situação e posição de meninos para crescermos - I Pedro 2:1-3.
* Vitória sobre o pecado - pecado é errar o alvo, com a Palavra escondida em nosso coração estamos preparados para rejeitar o pecado. Salmo 119:11.
* Vitória sobre o inimigo - tomar a espada do Espírito que é a Palavra de Deus. Ef 6:17.
* Segurança diante de Deus e dos homens - o obreiro aprovado, que maneja bem a Palavra. II Tm 2:15. Saber manejar bem a Palavra da Verdade é um privilégio e só consegue alcançá-lo quem se dispõe a estudar com interesse e com atitudes corretas em relação ao estudo. Manejar a palavra é saber receber a revelação da Palavra como vinda de Deus e não apenas sua lógica; aplicá-la no viver diário; e transmiti-la com fidelidade.


A intimidade com Deus é algo sublime e maravilhoso. O cristão adentra ao lugar Santo dos Santos, passa a ser participante dos segredos e mistérios de Deus, apropria-se das verdades bíblicas da Palavra de Deus para sua vida, edifica sua vida espiritual sobre sólidos fundamentos, produzindo frutos agradáveis a Deus.
"Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus".
Possa o Senhor Deus trabalhar em nossas vidas de tal maneira que adentremos e tomemos posse de tão grande ministério!

O VERDADEIRO SENTIDO DA PÁSCOA



Significado da Ceia


“Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha” (I Co 11:26).


A Páscoa e a instituição da Ceia.

Quando o povo de Israel saiu do Egito, Deus mostrou seu poder através das 10 pragas que recaíram sobre aquela nação (Ex 7:14-12:51). Após 430 anos (Ex 12:41), dentre os quais houve 150 anos de escravidão, Deus ordenou que Moisés instituísse a “Páscoa” (Ex 12:1-20).

Seria uma cerimônia simples, em família, quando comeriam pão sem fermento, carne assada do cordeiro da Páscoa (cujos ossos não poderiam ser quebrados) e ervas amargas, como lembrança do tempo da escravidão, no Egito. Eles deveriam comer prontos para viagem, com a mudança embalada para saírem da terra da escravidão.


Todo o simbolismo da Páscoa se traduz na “Nova Aliança em Cristo”. Jesus é o “Cordeiro Pascal” (I Co 5:7-8), como também é o pão sem fermento (sem impurezas ou pecado). Através de seu sangue derramado no Calvário, Ele nos redime da escravidão do pecado e nos conduz à “terra prometida”, simbolizando a nova vida, guiada pelo Espírito Santo.


A Bíblia diz: “Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa” (Lc 22:7). “E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça” (Lc 22:14). “E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lhes, disse: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da Ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós” (Lc 22:19-20).


Os Elementos da Ceia.

Jesus instituiu a ceia como um “memorial” para que os seus seguidores se lembrassem de sua morte na cruz em nosso favor e de seu retorno à terra para implantar o seu reino glorioso entre nós (I Co 11:23-26). Num cerimonial muito simples, foram usados o pão e o vinho.

O pão simboliza a morte vicária (ou substitutiva) do Senhor, pagando o alto preço da nossa redenção. O pão é feito de trigo e água, que, misturados, tornam-se uma massa que, por sua vez, é levada ao fogo para assar. O trigo, na parábola do joio (Mt 13:24-30; 36-43) representa os filhos de Deus; no caso da ceia, simboliza Jesus, o Filho de Deus. A água é a “Palavra de Deus” (Jo 15:3) e também representa o Espírito Santo (Jo 7:38-39).
Jesus falou aos discípulos, quando vieram para buscá-lo a apresentá-lo aos gregos: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto” (Jo 12:24).


Portanto, a Ceia nos fala da morte de Jesus e também nos lembra que, como seus discípulos (seguidores) também temos de “tomar a nossa cruz cada dia” (Mt 16:24, Lc 9:23; 14:27). Ser cristão não é apenas viver por Cristo, mas estar pronto a morrer por Ele.
Isto é uma realidade entre os nossos irmãos nos países onde há perseguição, como os novos-convertidos que vieram do Islamismo, os nossos irmãos na China Comunista onde muitos são presos, maltratados, torturados e até mesmo, mortos, por causa da Palavra de Deus e do seu testemunho.


E o vinho simboliza a vitória do Senhor e o seu retorno à terra para reinar. O pão passou pelo fogo, mas o vinho surge da fermentação do suco extraído das uvas esmagadas. Ou seja, da morte vem a vida. O vinho é a ressurreição, a esperança do cristão.

Na história de José do Egito, ele interpretou os sonhos do padeiro-mor e do copeiro-mor (Gn 40:9-23). A interpretação que Deus lhe dera se cumpriu fielmente. O sonho do padeiro dizia que ele seria morto e o do copeiro, que ele seria restaurado à sua antiga função ao lado do rei.

Portanto, ao tomarmos o vinho, na celebração da Ceia, estamos anunciando a ressurreição de Jesus e a sua volta gloriosa como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”, aleluia! Nós também ressuscitaremos gloriosamente para reinar com Ele (I Jo 3:1-3). Esta é a fé cristã e a esperança dos salvos (I Co 15:12-54).


Discernir o Corpo de Cristo na Ceia.

Quando o Senhor Jesus instituiu a ceia, Ele deu graças e partiu o pão, dizendo que era o seu corpo. Paulo explica que a igreja é o corpo de Cristo e que devemos nos examinar (introspecção) e então comer o pão na ceia.

É necessário que cada crente reconheça o seu irmão como sendo parte integrante do corpo de Cristo. A ceia nos fala de comunhão, de família de Deus, de perdão e reconciliação. De caminhar juntos, de falar a mesma linguagem, de amor e união.
Paulo fala, respondendo às dúvidas dos irmãos de Corinto, que havia muitos enfermos entre o povo de Deus por esta causa: não discernir o “corpo de Cristo”. “Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”, foi o mandamento áureo de Jesus. O mundo deve nos conhecer como sendo um povo que ama de verdade.


Você tem vivido assim? Tem provado o “morrer todo dia por amor a Cristo”, isto é, deixando de fazer a sua própria vontade e fazendo a vontade de Deus? Você tem aberto mão de seus direitos em favor de seu irmão? Você tem reconhecido e amado ao seu irmão? Será que tem algum impedimento entre você e algum irmão? Que tal o perdão e a reconciliação, para então comer do pão e beber do cálice?

JULGADO PELA PALAVRA


“Quem Me rejeita e não aceita a Minha mensagem já tem quem vai julgá-lo. As palavras que Eu tenho dito serão o seu juiz no último dia.” (João 12:48 - BLH)

Relata-se que alguns anos atrás dois turistas americanos olhavam um famoso quadro em um dos grandes museus da Europa, quando um deles comentou com desprezo:

- Eu não daria um centavo por essa pintura.

Um guarda por acaso ouviu o comentário, dirigiu-se ao crítico, deu-lhe um tapinha no ombro e disse:

- Senhor, essas telas não estão em julgamento. Mas o senhor está.

Outro tipo de crítico gosta de colocar a Bíblia em julgamento. Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como colportor (vendedor de livros ambulante) em São Francisco para pagar a faculdade, um idoso senhor começou a conversar comigo num bonde, enquanto voltávamos para casa. Ele queria saber o que eu fazia para me sustentar. Contei-lhe que vendia Bíblias e outros livros religiosos. Jamais me esquecerei da reação dele: "A Bíblia é um dos livros mais imundos conhecidos pelo homem." Talvez eu devesse ter desafiado aquele senhor a explicar sua declaração, mas não o fiz. Simplesmente encerrei a conversa ali mesmo.

Há pessoas que parecem ter satisfação em depreciar a Bíblia. Algumas delas até professam ser cristãs. Essas pessoas aparentemente estudam a Bíblia, não para obter compreensão espiritual, mas para exibir intelectual perspicácia. A Bíblia as descreve como pessoas que ultrapassam o que está escrito (ver I Cor. 4:6). Presumem estar encarregadas de julgar a Palavra de Deus. O que não percebem é que um dia essa mesma Palavra as julgará.

A Palavra as julgará? Como pode ser isso? Veja
Os estudiosos da mente dizem que tudo aquilo de que nos tornamos conscientes fica armazenado na memória e precisa apenas do devido estímulo para ser reavido. O Espírito Santo está ao lado de todo estudante das Escrituras, seja ele um sincero inquiridor da verdade ou um sofista(O termo grego sofista designa homem hábil ou sábio em qualquer assunto, significa 'mestre da sabedoria'.), e lhe produz convicção na consciência. Essas convicções, armazenadas na memória, levantar-se-ão no último dia para condenar o cavilador(enganador) e louvar o sincero pesquisador da verdade.

Quão importante, então, é que obedeçamos às convicções que o Espírito Santo produz em nossa mente ao estudarmos a Bíblia! Lembre-se de que essas convicções estarão sempre em harmonia com a Palavra de Deus.

Que possamos refletir sobre esse asunto de muita importancia e relevancia.
Este artigo foi extraido deste site: http://www.Jesusvoltara.com.br

QUEM É DEUS?


Quem é Deus?

Esta foi a primeira pergunta que me foi feita quando fiz meu exame teológico. Muitos tem têm respostas prontas para dizer. Se perguntarmos a uma mulher ou a um homem de oração, dirão de imediato: "Deus é fogo"; se perguntarmos para um levita ele dirá: "Deus é o amado da minha alma"; se perguntarmos para qualquer pessoa no meio da rua, ela dirá: "Deus é tudo".

Mas quem é Deus?

A teologia define Deus da seguinte maneira:

"Deus é Espírito pessoal, perfeitamente bom que em santo amor, tudo conduz, controla e governa"

E a Bíblia o que diz? O que Deus diz de Si mesmo em Sua palavra?
Em 1 João 4: 8 e 16 temos uma definição. "Deus é amor", em João 4: 24 encontramos outra definição de Deus. "Deus é espírito".

Em Êxodo 3: 14, Moisés pergunta para o Senhor. "Quando faraó me perguntar quem me enviou que direi? Respondeu o Senhor. "Diga a Faraó que o Eu Sou me enviou".

Diante de tantos respostas que a Bíblia apresenta, podemos apontar uma com sendo a definitiva, pois o plano macro e eterno de Deus culmina em Jesus, Jesus sendo Deus, é o Senhor da vida.

A morte é um mistério que ainda aterrorisa o homem. Ela chega para o rico e chega para o pobre; chega para o culto e chega também para o ignorante, para o Gari e para o Doutor, para o rei e para o plebeu. Ela não faz acepção de pessoas; não escolhe raça ou religião, se feio ou modelo internacional. Ela irá chegar um dia.
Minha pergunta é: Você esta preparado para quando esse dia chegar?

Muitas não acreditam em uma vida após a morte, mas ela é real e esta nossa espera. Uma vez que o homem nasceu, ele jamais morrerá, mesmo que não viva com Jesus nos céus, ele viverá eternamente com satanás e seus anjos em tormento eterno. Portanto, em Jesus temos o passaporte carimbado para uma vida eterna com Jesus.

Jesus quando começou seu ministério, divulgando a chegada do reino de Deus provocou um alvoroço muito grande, pois a notícia de um novo Rei dentro dos domínios de Cezar, certamente foi encarado como um ato de rebelião e anarquia, e um perigo aos domínios do grande imperador romano. O imperador romano se auto denomina "Kúrius" que em grego quer dizer: "O Senhor absoluto da vida". O imperador romano era o dono de tudo o que estava sob seu domínio, desde bens materiais e até mesmo de seus súditos.

Jesus ao afirmar ser o Filho de Deus e anunciar um novo reino, fazia menção não a um reino terreno e transitório, mas um reino espiritual e eterno. Veja bem, o imperador romano era o rei d'aqueles que o serviam até que chegasse o dia de sua morte; ao descer a sepultura, o domínio de Cézar chegava ao fim, ao passo que no Reino a que Jesus pregava, a sepultura era apenas um detalhe.

Em suma, o reino de Cézar era apenas até a sepultura; o Reino de Jesus é antes da sepultura, durante e depois dela. Ele é o SENHOR DA VIDA.

Escolher viver para o Senhor Jesus, é desfrutar de todos os benefícios que a cruz nos proporciona, pois assim como pelo pecado de um só homem a morte chegou até nós, assim também por intermédio de um só homem a vida nos foi dada.
Quando temos a Jesus como Senhor sabemos quem é Deus e o que Ele fez por nós. Jesus é a vida, e aquele que esta n'Ele ainda que esteja morto viverá.



Pr. Marcos Couto.
(Retirado do blog - Ágape Rio Marinho)